domingo, 13 de março de 2011

Estou desfeitas em infinitos... e vejo lá longe dias fartos e chuvosos que se transformam em rios.
Não estou negando minhas paredes, as carrego, as protejo... levarei comigo os escombros e os famintos cupins que abrigo... os tijolos que eu deixar para trás, deixarei por conta própria, livres para o esquecimento... sigo na direção do que não pode ser medido... no êxtase da sensação de estar livre eu quedo e não abro os olhos por sentir qualquer medo.

Um comentário:

Luciano Fraga disse...

Zana,desconstruindo... e o poeta diria: "la palabra liberdade..." belo texto.