domingo, 9 de dezembro de 2012

O peito cheio denuncia as asas que ainda estão no estômago
e que neste exato momento saem pela boca e fecham os pulsos...
Um voo indigesto, urgente, necessário, daqueles não podem ser cuspidos fora simplesmente, se anuncia.
O prenúncio da quinta estação.
A coragem cantada como uma canção é a catalisadora desse descomer de sonhos.
As forças epiméticas já não podem muito.
Nem mesmo pandoricamente saberia dizer a sua direção.
Será que Matilde entende?
Será que darão notícias dos horários de pouso?
Será que segurarão o choro ou o riso?
Todas as aves esperam a liberdade se espreguiçar para mudar a história. As pequenas araras, guarupas e canários cifram a melodia...
E como um avião, as asas enormes da vontade carregando sua pesada alma saudosista ganham velocidade em um céu de possibilidades infinitas.



3 comentários:

Mário Eduardo Viaro disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Mário Eduardo Viaro disse...

Oi!

PS. Uia!
você tem essa belezura e não me disse nada? Justo pra mim, que gosto de bestagem?
Magoou

Bjo

Zana Sampaio disse...

...jamais te ocuparia com isso... é bestagem demais! uahuahuah... e seu blog é uma beleza... riqueza pura!