Quando os dias não passam
eu escrevo...
e encontro a semana que vem.
Quando o choro não sai
A rajada vem.
eu escrevo...
e encontro a semana que vem.
Quando o choro não sai
A rajada vem.
Liberta-me.
EU SOU UM POÇO DE PALAVRAS.
Meu grito é escrito.
Meu grito é escrito.
Não tem a beleza do corpo nas telas, dos acordes, dos sorrisos, ou dos seios do poeta...
Mas Deus me deu as chaves-água morna pra agonia-, quando o papel e caneta me possuem e arrastam os movimentos de minhas mãos.
Mas Deus me deu as chaves-água morna pra agonia-, quando o papel e caneta me possuem e arrastam os movimentos de minhas mãos.
Esse é o meu dom.
Eu vomito-me em papéis em forma de tintas escritas...O dom que me doma e me suspira... E faz de mim -palavra viva- o papel,veias de linhas sem medida.Eu sangro para que ele saia das minhas entranhas...
Deus me deu versos que saem de mim e não sãos meus.
Eu tenho necessidade desse dom que Deus me deu...De ser palavra, prosa, vírgula, não me reter as normativas, ser o ponto da exclamação e no horário de "pique"...Ser o prolixo da reflexão.
Eu vomito-me em papéis em forma de tintas escritas...O dom que me doma e me suspira... E faz de mim -palavra viva- o papel,veias de linhas sem medida.Eu sangro para que ele saia das minhas entranhas...
Deus me deu versos que saem de mim e não sãos meus.
Eu tenho necessidade desse dom que Deus me deu...De ser palavra, prosa, vírgula, não me reter as normativas, ser o ponto da exclamação e no horário de "pique"...Ser o prolixo da reflexão.
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Um comentário:
Depois eu quero uma aula de como escrever, viu Lizana?!?
Quero um dia escrever assim:
"Tenho necessidade desse dom que Deus me deu...De ser palavra, prosa, vírgula, não me reter as normativas, ser o ponto da exclamação e no horário de "pique"...Ser o prolixo da reflexão."
Beijos
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