
Respeito tua condição de ser humano. Mas não acredito que os beijos me deixem menos só. Os dias passam, me violentam, sinalizam minha fraqueza... E esses beijos, rios de saliva da mais porca procedência, me fazem presa indefesa do teu pequeno amor.
Eu tenho um metro e sessenta de sobras suas.
O tempo é o meu selvagem, ardem dentro de mim as suas garras... Elas me devoram.
Nenhum comentário:
Postar um comentário